09
Fev
10

Ponto da situação!

Um empate com uma medíocre equipa do Sado e de imediato a descrençaregressou à terra.

Quando se julgava que a confortável almofada pontual do avanço encarnado elevaria a confiança de todos a valores acima de suspeita, eis que de um momento para o outro, o encontro com a realidade resulta num estrondo bem audível a milhas.

Afinal o Braga empatando no mínimo no dragun volta para a frente da liga. Se ganhar fica isolado e o pior que se temia pode acontecer…deslocarem se à luz à frente da classificação. Mas mesmo que percam o jogo no dragun ficam apenas a 1 um ponto do Benfica, com o fcp a apenas 4 pontos de distância e moral elevada.

Resultado imediato…um jogo em Alvalade para ver o desespero do scp torna-se também sinal para todos da saúde física e mental da equipa encarnada.

Um triundo encarnado e as desconfianças serão momentaneamente esquecidos pela alegria de tão saborosa vitória para muitos que ainda vivem no passado.

Uma derrota, nem que seja a mais injusta possível, nem que resulte de 5 penaltys roubados ou mal marcados, ou 3 expulsões aldrabadas e a hecatombe se abaterá sobre a equipa encarnada. A propaganda aguarda com ansiedade tal desiderato. A crise encarnada será quase tão grande como a das finanças públicas.

E eis como um jogo que para mim serviria apenas para testar jogadores e aumentar o ego se possível, pode transformar-se num resultado de cariz dramático.

Espero que os nossos jogadores estejam conscientes do facto e saibam estar à altura das suas responsabilidades. Se tal se conjugar à sorte a vitória é certa. Se tal não acontecer, Deus nos livre dos próximos dias e do ruído à volta da equipa.

Força Benfica…a força esteja contigo!

Bola7 falou…

09
Fev
10

Aviso à navegação

Apenas 10 jogadores a partir dos 15 minutos.

Defender um penalty e ainda chegar aos 3-0 mostra que nada acontece por acaso.

Apesar de todo o ruído em torno de assuntos extra-futebol (salvo seja) convem saber observar e perceber que sério aviso foi feito á navegação ontem à noite na histórica zona de belém.

É nestes momentos que se vê quem é homem.

E é também tempo de lançar outras soluções Sr. Jorge Jesus, que os tempos não estão para facilidades.

Bola7 falou!

08
Fev
10

Avaliação da prestação individual!

Quim – Mais uma noite a confirmar porque é dos guarda-redes mais controversos da história do Benfica. Insegurança permanente e falta de capacidade de comunicação quase total, provocando uma insegurança visível em todos os elementos da defesa. Por exemplo Luisão, por várias vezes podia ter cortado lances na direcção de Quim com grande à vontade, e preferiu sempre mandar para fora. Sintomático…

Maxi Pereira – Noite muito complicada para o lateral uruguaio, quase sempre em desvantagem tendo pela frente normalmente dois jogadores: Barbosa e Bruno Ribeiro. Sempre desapoiado, não impediu que o seu flanco fosse uma autêntica auto-estrada para o adversário. No ataque apesar de tudo esteve um pouco melhor, mas bem longe do nível exibido nas últimas partidas.

Luisão – Uma das piores exibições da época do capitão, prejudicado por estar a comandar um sector defensivo quase sempre a arder, fruto de descompensações demasiado gritantes a meio-campo. Apesar de ter sido com alguma distância o melhor dos quatro defesas, não fez uma exibição de que se queira recordar mais tarde, certamente.

David Luiz – Começa a ser complicado perceber como é que tanto talento e poder físico juntos conseguem de vez em quando redundar numa exibição tão fraca. Excessivamente confiante a atacar a bola, displicente no passe e nos timings de entrada, David Luiz foi sem grandes dúvidas a pior exibição da noite. Intranquilizou-se com o auto-golo, e partiu para uma exibição confrangedora. Está num mau momento de forma… já com o Vitória de Guimarães tinha sido a principal fonte de perigo do adversário.

Fábio Coentrão – Esteve longe de ser dos piores, mas esteve bastantes furos abaixo das exibições mais recentes. Não raras vezes foi completamente engolido pelo adversário, aparecendo Di Maria a tapar o flanco junto à área, com Coentrão ainda longe no meio campo adversário.

Javi Garcia – Deu seguimento ao jogo que fez frente ao Leiria a meio da semana, exibindo uma subida de forma sensível numa fase em que estava claramente a baixar de produção. Não chegou para tapar as iniciativas do Setúbal sobretudo na 1ª parte, mas mais não se podia pedir a um jogador que esteve quase sempre longe demais dos restantes colegas de meio campo. Fez o seu trabalho, com competência, e da parte dele não se pode apontar falta de empenho ou de capacidade física.

Carlos Martins – Se a aposta em Carlos Martins para jogar na direita me parece, quase sempre, um erro, ontem foi talvez o mais flagrante desses exemplos. Nunca percebeu as movimentações do adversário, e em particular de Bruno Ribeiro, sendo totalmente secado na fase construtiva do ataque encarnado, e estando sempre fora das jogadas a nível defensivo. A par de Aimar, o grande responsável pelo total desequilíbrio da equipa, sobretudo no primeiro tempo.

Pablo Aimar – Exibição confrangedora do argentino, que vai para largos meses sem conseguir estabilizar exibicionalmente. Depois de uma boa exibição (e rara ultimamente) frente ao Leiria, voltou à mediania. Completamente engolido pelo meio campo do Vitória, sem qualquer clarividência para contornar as dificuldades. Não deu o apoio que apesar de tudo costuma dar na transição defensiva, deixando o meio campo defensivo totalmente a descoberto. Exibição para esquecer.

Angel Di Maria – De longe o melhor em campo do lado do Benfica. Primeira parte esforçada mas desinspirada, mas correndo muito para tentar colmatar as lacunas defensivas da equipa. Segunda parte com algum brilho, sendo o único jogador encarnado a assumir a responsabilidade e as despesas do jogo, tentando sozinho aquilo que a equipa não estava a conseguir minimamente: furar a defesa setubalense. Dos pés deles saíram todos os lances perigosos do Benfica na 2ª parte, numa exibição muito meritória e cheia de carácter, garra e fibra de campeão. O único que merecia mais do que o empate.

Javier Saviola – Penso que dos titulares, foi aquele que mais acusou o desgaste físico acumulado. Sem a mesma capacidade para pressionar os opositores, e sem a mesma disponibilidade para oferecer linhas de passe a toda a largura do terreno, passou quase sempre despercebido no jogo. Fiquei com a sensação que o seu cansaço era de tal forma evidente, que teria sido mais proveitoso deixá-lo no banco apesar da sua mais que reconhecida valia individual.

Oscar Cardozo – Há dias assim, mas no caso do paraguaio estão a tornar-se um hábito desde a pausa natalícia. Com os índices de confiança em baixo, já o sabemos do passado, raramente consegue estar à altura das dificuldades… e foi isso que se passou. Além de 90 minutos completamente a zeros, falhou o penalty que podia ter salvo o jogo. A forma como correu para a bola fez perceber a 90% dos benfiquistas com quem já falei que ia claramente falhar. E falhou.

Ramires – Entrou na 2ª parte para o lugar de Carlos Martins, e conseguiu dar alguma consistência defensiva à equipa. Ofensivamente foi praticamente nula a sua contribuição. Claramente em má forma (mais de 60 jogos nas pernas esta época!), penso que a melhor opção para os próximos jogos deve passar antes por Ruben Amorim.

Alan Kardec – Pouco tempo para mostrar serviço, para além do habitual voluntarismo e capacidade de pressing. Ganhou a grande penalidade que podia ter dado a vitória no jogo. Não se podia pedir mais…

Nuno Gomes – Entrou já muito perto do fim, e sinceramente só me apercebi de facto da sua presença quando o jogo terminou e as câmaras o focaram.

Tarinmaniac falou…

08
Fev
10

Crónica a duas mãos!

As facilidades do jogo contra o Leiria fizeram-me desconfiar do jogo com o sempre difícil Vitória de Setúbal. Achei que tinha sido demasiado fácil para se repetir tão cedo. E o meu pressentimento feito de angústias e de muitos anos de miserabilismo revelou-se real.

Parece-me impossível haver quem não perceba que 6 jogos em 15 dias é um esforço demasiadamente grande, para o futebol de alta competição dos tempos de modernos, mais assente na capacidade físico-táctica que na técnica. E mais que isso, pedir-se que os atletas estejam de 3 em 3 dias com níveis mentais capazes de evitar desconcentrações, só mesmo para os mais distraídos.

Ver um jogo sozinho é bem aborrecido. Conversamos com os botões e ás tantas nem temos noção do tempo. Dei por mim a pensar que ainda não tínhamos feito um movimento colectivo atacante com pés e cabeça e quando olhei para o relógio este marcava apenas 5 minutos de jogo. Aos 7 recebo uma msg do CCM a dizer-me que o jogo cheirava a “Olhanense”…chato do caraças, pensei. Aos 10 minutos golo de canto, assim ás carambolas, sem jeito nem preceito, mas golo é golo. A seguir Di Maria dá o 2º a marcar a Saviola mas viu-se que a noite não era noite de gala para o pequeno avançado. Se calhar o jogo até iria ser fácil.

Com os níveis mentais mais baixos, a desconcentração paga-se. Depois de umas bolas cruzadas, e uma delas aliviada em cima da linha por David Luiz, o cheiro a queimado sentia-se e não era do refogado da minha mulher.

Que golo estúpido o sofrido pelo Benfica. Nem tinha dado por ela. Aquela filmagem é deplorável E depois a bola demora a chegar ás redes. Acontece, antes tinha safado um golo certo agora pagou fazendo auto golo.

David Luiz tem um potencial assinalável, quer a nível físico como técnico. Rápido e agressivo, quando concentrado é quase inultrapassável, principalmente quando consegue fazer as antecipações que são a sua imagem de marca. Mas tem alguns defeitos que teima em não eliminar. Quando perde a concentração torna-se quase vulgar. Depois tem um problema que na minha opinião tem sido esquecido pelos técnicos e que pode por em causa a sua carreira como jogador de topo: posiciona-se mal e ataca deficientemente as  bolas vindas do seu lado esquerdo, sejam as vindas pelo ar e ainda pior, as vindas por baixo. Os lances mais perigosos que o Benfica sofre vêm sempre desse lado e não é só pelo facto do Benfica não ter um verdadeiro lateral esquerdo. David Luiz tem alguma dificuldade de enquadramento nesses lances e uma forma deficiente como coloca o pé para aliviar a bola: em vez de bater na bola com a parte interior do pé tenta fazê-lo com o peito do mesmo. Percebo que com essa técnica ele tente aliviar a bola para o mais longe possível, mas para mim é um erro crasso. Se a bola bater ligeiramente ao lado, esta faz uma rosca, ou pior que isso é mesmo capaz de dirigir-se para a sua própria baliza. Foi que aconteceu. Já aconteceu mais vezes. Não foi um lance único e por isso meramente aocasional.

Depois e canso-me de dizer isto. Alguém tem de uma vez por todas conversar com o rapaz e explicar-lhe que tem de saber definir as suas subidas no terreno. Não há uma…uma só que resulte em algo de positivo senão, perdas de bola pelo centro do terreno obrigando a que Javi Garcia tenha de sofrer. E pior ainda quando David Luiz sobe no terreno junto a Coentrão e Di Maria. O espanhol é forte mas não tem vocação para super-herói.

Nota-se que a equipa está com os sectores muito distantes uns dos outros. Cansaço visível. O Vitória aproveita para meter nesses espaços alguns jogadores que demoram a perder a bola mais tempo que os jogadores do Benfica estão habituados. Isto cria nervosismo e ansiedade. Mas a segunda parte está um pouco melhor. Di Maria é imbatível no 1×1. Eu gosto da forma como ele tem a audácia de enfrentar 1, 2 ou mesmo 3 adversários, criando grande confusão no adversário, mas a bola não parece ter vontade de entrar na baliza vitoriana. Parece-me um daqueles jogos. Diabo do Bola7, que 1º avisou-me que depois da bonança vem a tempestade. Depois o CCM. O meu amigo Fernando também me telefona nervoso. Nem me apetece ler as mensagens.

Morro de rir quando falam que se deveria vender o Di Maria de qualquer forma. Há muitos anos que não vejo um extremo assim. Com o Ramires com os motores em baixo é o único capaz e desequilibrar, pois os médios centro Martins e Aimar passam a vida em tabelinhas cretinas. Tem cara de pateta e algumas vezes faz juz a ela, em certos lances de fazer corar, mas faz-me lembrar o Ronaldo de início de carreira na selecção…cada vez que pega na bola dizemos baixinho…”vai, vai”…

Kardec, Nuno Gomes, é só avançados mas não estou a ver como lá chega a bola. Deus queira que o mercado de Inverno não tenha sido um tempo de oportunidades perdidas. O árbitro falha para os 2 lados, mas estamos em desvantagem. Penalty?? Nem acredito, bom demais. E bem assinalado, estava bem colocado e não vacilou. A baliza parece tão pequena. A cara do Cardozo parece de alguém que vai fazer um clister. O banco do Benfica não é a imagem da confiança. Carlos Martins parece adivinhar o pior. Diziam os arqueiros japoneses que só se atira a seta quando houver a fusão entre a mente e o alvo. Não consigo ver a bola na baliza. Quero levantar-me e ao mesmo tempo não consigo…deitar-me nunca. Cardozo chuta sem olhar e eu nem vejo bem…a bola bate na trave e vem para trás. Não me espanto. O sentimento que Cardozo ia falhar foi comum a todos os benfiquistas que conheço, assim como a tristeza que se apoderou de todos. Por momentos revivemos Estugarda 88.

Não quis ver o penalty. Foi fácil perceber que Cardozo não tinha condições para marcar. Time Out gritando o meu neto…time quê pascaço? Para mudar o marcador? Para acalma-lo? Isso não existe no futebol. Algo me impeliu a desligar o televisor mas não encontrei o comando e dei um tombo tipo Abrunhosa na TV. Todos se riem mas de imediato os risos ficam amarelos. “Filho da…animal do…Rabutuara dos infernos” grito pró televisor enquanto me levanto, e termino a minha “participação” no jogo com um valente chuto num puff.

Os meus amigos dizem-se espantados com a minha calma a analisar o jogo e o resultado do mesmo. Eu não sou parvo e sei bem da importância de uma vitória neste jogo. Mas sei bem que convém sermos realistas. Os campeões não se fazem de facilidades. Perdemos 2 pontos no último minuto, mas também os ganhamos nesse espaço temporal em Guimarães. A vida é feita de muitos “dar e receber”. Esta época, estamos mal habituados. Ainda bem, mas quem julgava que isto nunca iria acontecer é muito ingénuo. Custa, pois custa, mas é a lei da vida. O jogo é assim. Hoje correu mal, amanhã esperemos que corra melhor. Há que ter fé, aprender com os erros e levantar a cabeça porque o futuro …é já hoje.

Pressão? Eu sei, mas prefiro a nossa que a do fcp ou do Braga.

…danado Tacuara…filho da mãe…força rapaz!

Bola7 e Notlim  falaram…

05
Fev
10

O milagre financeiro!


O milagre financeiro é talvez o maior embuste da história recente do Benfica, criado com o propósito de capitalizar o efeito traumático criado pela presidência de Vale e Azevedo, e assim envolver Luís Filipe Vieira e seus pares num manto de autêntica bruxaria, tamanha a reconstrução financeira que aparentemente levaram a cabo nos últimos anos. É um embuste que lhe vale as votações record que tem tido, mesmo perpretrando ataques censuráveis aos centenários valores do clube, mesmo tendo na sua história pessoal actos de anti-benfiquismo primário que deviam fazer-nos corar de vergonha.

Foi hoje anunciada a contracção de mais um empréstimo obrigacionista de 40M€ pela SAD, para pagar um empréstimo que vence no próximo mês e que era de 20M€. O acumular de dívidas continua, mesmo meses depois de ter sido votada uma reestruturação empresarial do grupo Benfica que deixou em muito maus lençóis o clube, para assim salvar a falida SAD, que caiu em falência ao mesmo tempo que distribui chorudos prémios de gestão pelos administradores responsáveis por tal situação.

Apesar da inclusão do estádio na SAD, a SAD continua em falência técnica, precisando de cerca de uma injecção de cerca de 30M€ para sair dessa situação. Ou seja, em vendas de jogadores, cerca de 30M€ de mais-valias (valor da venda – valor contabilístico registado) nessas vendas. Como anualmente há a suportar cerca de 30M€ de amortizações, é preciso ainda fazer outros 30M€ de mais-valias para balançar esta situação.

Em termos práticos, não bastará vender Ramires e Di Maria no final da época. Assumindo que são vendidos pelos valores das cláusulas (40 e 30M€ respectivamente), o Benfica encaixa 45M€ de mais-valias, já com tudo devidamente contabilizado. Ficam a faltar outros 15 para sair da falência técnica. Por aqui se vê o tamanho do buraco… não bastam vendam milionárias para se reencontrar o caminho da estabilidade financeira, é preciso chegar a um certo ponto de loucura, com os efeitos desportivos que isso pode ter. E estas contas, claro, partindo do princípio que o Benfica não vai comprar ninguém no Verão (e nesta fase quase me atiro da varanda a rir).

A gestão da SAD continua a dar garantias de que vai desbaratar completamente a injecção de capital de Dezembro último (a inclusão do estádio na sociedade), e quando isso se concretizar a única saída será entregar o controlo da SAD a algum investidor louco o suficiente para deixar no Benfica centenas de milhões de €. Mas nessa altura, o centenário projecto do Benfica deixará, em definitivo, de ser dos sócios. Aí está o milagre financeiro.

Quando os bancos perderem a paciência, alguém que feche a porta… se esta ainda não estiver hipotecada.

Trainmaniac falou…

05
Fev
10

Conversa para boi dormir!

Manuel Fernandes não poupou elogios ao seu próximo adversário na Liga, o líder à condição Benfica. O treinador do V. Setúbal sente que o rival é capaz de «enxovalhar qualquer equipa», mas não atira a toalha ao chão e continua a acreditar ser possível conseguir um resultado, no sábado, no Bonfim.

«O Benfica é uma grande equipa. Está fortíssima e é a mais regular do campeonato. Neste momento, se as bolas começam a entrar, dão quatro ou cinco a zero a qualquer adversário», disse, antes de explicar a estratégia para o confronto: «Não vamos marcar em cima qualquer adversário. Vamos tentar retardar qualquer golo do Benfica e acreditar naquilo que podemos fazer ofensivamente.»

O técnico acredita que o apoio de todo o estádio poderá ajudar a levar o V. Setúbal ao sucesso. «Vamos ter o apoio dos nossos sócios e adeptos e isso pode ser fundamental para o desfecho do jogo. Tenho a certeza que todos estarão com o Vitória», ressalvou.

Na primeira volta, na Luz, os encarnados conseguiram a maior goleada da presente edição da Liga: 8-1.

in maisfutebol

Como diria o brasileiro, isto é conversa para boi dormir.

Sei que Manuel Fernandes é parcialmente sincero no que diz, mas ele é velho rato, tal e qual quando era jogador, grande malabarista na grande área, e agora sambem nas palavras.

Ele sabe que se o Benfica jogar concentrado e com vontade de vencer que o seu Vitória não tem a mínima hipótese de evitar a derrota. O que ele tenta é passar a mensagem subliminar aos jogadores do Benfica que não precisam ser tão…Benfica. Porque ele sabe muito bem que existe a possibilidade, que JJ deve evitar sem a mínima duvida, dos jogadores do Benfica resguardarem-se para terça-feira, o que para mim é um erro crasso que pode custar caro.

Porque o que interessa é o imediato, e este é a liga nacional, porque esta é tudo.

Convém não sermos pategos e não cairmos em conversa fiada.

Bola7 falou…

05
Fev
10

O Pateta, o vigarista e o aldrabão!

No comments!

Bola7 falou…

04
Fev
10

Para o panasca do braga… para ter tento na boca e vergonha na cara….

fala disto ò xico esperto

e mais… para se deliciarem com esta obra de arte

04
Fev
10

Imagem do dia!

04
Fev
10

Enfim, sós!

Há quem diga que os 3 pontos de avanço sobre o 2º classificado, com um jogo a mais não têm grande significado. Talvez. Mas pergunto…se o Benfica fizesse 5 jogos antecipados em 5 dias, e os ganhasse todos, os pontos teriam menos valor que os ganho semana a semana?

Uma coisa é certa…cada objectivo traçado a partir do mês de Dezembro tem sido concluído com sucesso.

Como diz JJ importa ganhar jogo a jogo sem pensar em mais nada. Concordo e penso que vai ser assim até ao fim, mas que há coisas que moralizam ou não, disso tenho a certeza. E uma delas é a famosa “candeia que vai à frente ilumina duas vezes”.

Ontem uma novidade…a facilidade com que a vitória foi obtida. Espantado fiquei mas graças a Deus também temos direito a uma prendinha, de quando em vez.

Confesso que fiquei um pouco preocupado com a aparente descontracção do treinador Vidigal e da sua equipa, solidificada num 5º lugar a 1 ponto do pobre scp. Não porque estivesse excessivamente preocupado com os almoços pagos por terceiros, mas porque essa aparente descontracção poderia ser perigosa para uma equipa, o Benfica, que não poderia falhar ontem.

Afinal a montanha pariu um rato. Lito Vidigal resolveu armar-se em “italiano”, montando uma equipa muito conservadora, jogando na contenção e no erro do adversário. Correu mal, pois o Benfica marcou cedo, um excelente golo, numa jogada magistral sul-americana.

Até ao 2-0 o perigo estava na forma como o Leiria se exprimia…lento, pastoso, sem nexo, numa sucessão de asneiras que me faziam desconfiar. Como raio era possível jogar tão pouco? Bom, dar mérito a quem o merece, e os jogadores do Benfica também o merecem. A forma intensa como pressionavam, com a linha defensiva quase em cima do meio campo, tapando todos os espaços, levavam que os pouco inspirados leirienses parecessem amadores.

Ora temi, e em alguns momentos o jogo deu-me razão, que o jogo adormecesse perigosamente a equipa. Ou melhor, as facilidade concedidas levaram a que a equipa, mal habituada, se deixasse arrastar também pela lengalenga do jogo lento e pastoso, falhando imenso no último passe, perdendo inúmeras oportunidades de criar situações de golo, quando só bastava um bom passe para a “cara” do golo.

Depois há sempre a hipótese de uma falha na colocação dos defesas custar caro, como no jogo com o Vitória. Ademais temos um guarda-redes que para sair da pequena área tem de pedir requerimento à assembleia da república, o que ajuda à desconfiança.

Mas quem tem Saviola, tem quase tudo. O homem é de longe a melhor contratação do Benfica em muitos anos. Quase tudo o que faz, bem faz.

No início da época desconfiava da colocação em campo da equipa, pois se temos um extremo puro, Di Maria, do outro lado não temos. E disse na altura que tudo dependia da movimentação de Saviola, que teria de fazer o que o estranho Lima fazia com Ericksson…derivar quando necessário, quase para extremo direito abrindo linhas de passe nessa zona, e com a ajuda de Ramires, Maxi e do seu parceiro de tabelas, Aimar, massacrar todo o flanco esquerdo. Houve quem comparasse este Benfica ao Benfica de 1982/1983. Pois eu acho que ele é mais parecido com o de 1989/1990. Sobre isso falarei noutra ocasião.

Depois do golo de Saviola o jogo praticamente acabou. O Leiria continuou inconsequente até ao fim, e deu até para os jogadores do Benfica desconcentrarem-se e falharem passes e golos que em situações normais não sucede.

Agora há que dar continuidade já no próximo sábado contra um tradicionalmente aborrecido Setúbal.

Termino com uma palavrinha ao Sr. Carlos Freitas…quem te avisa amigo é. Ontem foi apenas o início.

Bola7 falou…




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