Arquivo de Setembro, 2009

30
Set
09

Perdidos….ou não!

sem mais comentários… 🙂

Bola7 falou…

30
Set
09

Não imaginam!

«Na Argentina não imaginam a grandeza do Benfica» – Aimar
Pois, nem na Argentina e se calhar em Portugal tambem. Muitos pensam que o Benfica é um clubezeco que se deve arrastar à procura dos restos deixados pelos outros, pois o passado é fruto da imaginação de muitos e que o presente e futuro deve ser apenas o triste fado tipicamente nacional.
Acredite quem quizer e quem não quizer que se quilhe, que o Benfica é um dos poucos “produtos” genuinamente portugueses que ombreia com qualquer outro no mundo, num valente ombro a ombro, e que por isso, goste-se ou não, deve ser sempre respeitado e valorizado.

Cabe aos seus atletas mostarem-se dignos da grandeza do clube além fronteiras para que frases como as do Aimar deixem de ser proferidas no futuro, como (não) acontecia no passado.

E em terras de Afrodite que a beleza do nosso futebol se alia à grandeza e majestade do clube…

PS: os meu parabéns aos profissionais que conseguiram recuperar o Aimar…e uma gargalhada para o quiquinho que o punha a ponta de lança…

Bola7 falou…

29
Set
09

Tacticas para que vos quero!

Leio e aprecio as questões técnico – tácticas que se levantam no dia a dia, seja na imprensa seja no comum adepto. Desde jovem sempre aprecei esse lado mais escondido do futebol. No meu tempo de menino e moço pouca gente dava-se ao trabalho de discutir esses aspectos, pois à partida as equipas jogavam da mesma maneira. E quando nos finais dos anos 70 sistemas diferentes surgiram criando uma identidade própria para alguns países ou mesmo para certas zonas do planeta futebol, devido a essa identidade comum a certos país isso também pouco se discutia com honrosa excepção de um ou outro especialista. Até que aparecerem os holandeses com o seu revolucionário futebol total, que no fundo era uma anarquia organizada. Aparentemente os jogadores não tinham ordem nem regra em campo trocando constantemente de posições como se aquilo obedecesse ao livre arbítrio. Nada mais errado pois todo o carrossel resultava de uma organização perfeita que obrigava sempre que as posições, que eram numerada de forma invisível, tinham obrigatoriamente de serem sempre ocupadas, independentemente do jogador escolhido originalmente.

Creio que foi a maior revolução táctica desde o genial WMW, e a loucura absoluta que nunca ninguém conseguiu copiar, sendo uma exclusividade absoluta dos holandeses. E enquanto a maioria falava em defesas laterais, extremos, ou avançados centro, os holandeses avançavam com uma terminologia numérica…era por exemplo a posição 6, a posição 8, e aí deu para perceber as especificações dessas posições e de certa forma a compreender como realmente funcionava o seu aparentemente anárquico futebol.

Uma coisa sempre foi visível em qualquer sistema táctico…ele nunca foi absolutamente simétrico. Mesmo o que se aproxima mais desse conceito, o 4-3-3, tem as suas nuances, pois todos dependem sempre do elemento mais importante em qualquer sistema: o jogador. A maioria dos observadores desenha um sistema táctico de uma forma que a metade esquerda do desenho seja perfeitamente igual à metade direita e julga que a funcionalidade deve ser igual. Isso para mim está errado. O facto de se jogar com 2 extremos e um avançado não significa que a forma como se joga à esquerda ou à direita seja igual. Existem muitos e bons exemplos e um deles bem próximo, a selecção nacional de 2004. Que tinham em comum o Figo e Ronaldo? Eram extremos e a semelhança ficava por aí. Na forma de jogarem para equipa eram absolutamente díspares. A forma como o lado direito da selecção atacava com o Miguel a apoiar o Figo era bem diversa da forma como o Nuno Valente apoiava o Ronaldo.

Hoje no Benfica discute-se o losango. Uns dizem sê-lo em absoluto e outros recusam tal apreciação, dizendo ser ele um 4-1-3-2. Katsouranis “meteu-se” na discussão dizendo, que já jogavam assim, e bem, com o losango treinado por Fernando Santos.

Qual a minha opinião? Simples. O desenho inicial tem como base o losango. Um trinco, dois médios interiores, um armador de jogo e dois avançados. Este é o princípio simples do jogo encarnado. Agora a realidade do jogo já é outra conversa. Quem tem a força de vontade de conseguir ler os meus escritos sabe bem das duvidas que levantei quanto à posição do Ramires, que sempre disse nunca poder fazer o mesmo que Di Maria.

Curioso Katsoranis falar do losango de Fernando Santos. Eu por acaso nunca acreditei muito nele porque havia a questão do Simão. Este nunca teve apetência para ser um 10 puro como é Aimar. Ora sem um 10 a organizar o jogo mesmo nas costas dos ponta de lança como poderia o losango funcionar? O segredo estava numa inovadora movimentação da equipa, nomeadamente dos interiores gregos, Katsouranis e principalmente Karagounis. Este entrando para o centro abria a ala para a troca com o Simão e permitindo também a subida do Léo. A versatilidade de Miccoli também ajudava imenso e quando a equipa esteve no top nos aspectos anímicos e físicos, ela jogou futebol de alta qualidade. E digo sem receio que a equipa de Fernando Santos pedia meças à equipa de Jorge Jesus. O fracasso de Fernando Santos deveu-se “apenas” à sua personalidade apagada em contraste com o fulgor de Jorge Jesus. Adiante.

E então a equipa de Jesus? Como resolveu ele a questão Ramires? A chave para a solução chama-se Saviola.

Na época de 1989/1990 Eriksson para conseguir ter em campo 2 avançados sem perder estabilidade no meio campo, conseguindo dar liberdade a Valdo tomou mão da solução Lima. Ponta de lança lento, mas muito técnico e inteligente na movimentação fazia uma movimentação um pouco semelhante à do Saviola, saindo para a direita e desta para o centro quando necessário, permitindo que o fantástico Vítor Paneira auxiliasse o sueco Thern no miolo, libertando dessa forma o mágico Valdo para comando ofensivo da equipa. Foi dessa forma que o Benfica de bateu pelo menos até ás meias-finais da saudosa Taça do Campeões.

Como se vê nada está por inventar, e de uma forma ou outra tudo se repete. Mas repetir as coisas boas é sinal de inteligência, e a prova que as soluções mais simples geralmente são as melhores. É que enquanto Di Maria com rotina de extremo consegue fazer a dupla função médio interior/extremo, e daí acabar os jogos extremamente desgastado, e com isso estragar jogadas simples, fazendo cabelos brancos nos adeptos, Saviola entrando pela direita, muitas vezes pegando na bola quase a extremo, outras vezes escondido entre o central e o lateral, saindo para as tabelas com o Aimar, o Ramires e abrindo espaço para o Maxi é para mim o elemento chave em todo o jogo. É claro que esta conversa só funciona se os jogadores tiverem talento, e graças a Deus, Saviola, Ramires e o “regressado” Aimar possuem a rodos. Adianta um grosso a táctica se não houverem os jogares certos para a interpretarem. Como diz Senhor Coluna: “hoje  como no meu tempo quem conta realmente é o jogador”.

Julgo que muito mais se discutirá quanto ao sistema táctico do Benfica, porque ele inevitavelmente vai evoluir e alterar-se naturalmente de forma a adaptar-se às dificuldades que os nossos adversários vão pondo. È que estes não estão a dormir, e a visibilidade dada aos nossos jogos, permite que muitos ensaiem sistemas, tipo medicamentos, cujas soluções podem bloquear o nosso jogo. Por isso tal qual vírus, temos de possuir a capacidade metamorfosear o sistema para enganar os “antibióticos”.

Vamos ver até que ponto temos capacidade e força para tal. Tem a palavra JJ e seus jogadores.

Bola7 falou…

29
Set
09

Ora bolas!

selecções

A confirmar-se esta noticia só posso dizer…ora bolas… para não dizer outras coisas impronunciáveis e que me reportariam o blog como “adulto”.

Enfim, será com um grau de incidencia mais complicado que o Benfica se apresentará naquele que julgo que será o texte mais duro da campanha 2009/2010 até agora.

É nestes momentos que se vê quem tem alma de campeão.

Bola7 falou…

28
Set
09

Cartoon da semana!

no coments… 🙂

fonte o jogo

Bola7 falou…

28
Set
09

Fim de semana Luso!

Mais um final de semana se passou e mais uma jornada da liga decorreu, e dentro  da habitual normalidade lusa, algumas situações preocupantes.

Na sexta-feira o líder surpresa braga triunfou com alguma estrelinha mesmo do dealbar do desafio, mantendo a liderança que não a deverá largar tão cedo, porventura até defrontar com o Benfica. É sempre bom quando alguém de fora da habitual panelinha tripla do costume, surge a medir forças com os ditos grandes, mas dentro de algum tempo veremos se tudo não passa de fogo-fátuo.

Numa liga que prima pelo miserabilismo que atola dia após dia o futebol, do qual já nem a selecção escapa, com equipas de futebol constituídas por refugo do pior, de divisões secundárias da Europa, e América latina, com os clubes estrangulados financeiramente, e à mercê de empresários de antanho, pouco há a esperar senão uma ou outra surpresa pela positiva, como parecem ser o Braga e por exemplo o Rio ave, cujo investimento suportado em ano eleitoral por magistério camarário será um caso a observar, também por isso, com especial atenção.

Foi fim-de-semana de 1º derby que observei com alguma atenção, pois tinha curiosidade em observar o duo da Entente Cordiale do futebol luso a digladiar-se, ainda por cima no meio de arrufos amorosos devido ao árbitro, e confesso, na esperança que tudo terminasse na nulidade absoluta. E com certo espanto assisti até a uma boa primeira parte, com jogo aberto e fluido. Na 2ª parte a normalidade medíocre tomou conta do jogo e este arrastou-se na profusão do ridículo com o senhor árbitro a ajudar à festa. Gostei de saber que o tatuado Raul Meireles é imune ás expulsões e que Paulo Bento ao apresentar aquela dupla de centrais é adepto do masoquismo puro. E pronto lá deu para ver uns números do Bruce Banner que nos 90 minutos andou transmutado de herói apenas durante alguns minutos e durante a esmagadora maioria do tempo a forçar os seus adeptos a arrancarem os cabelos com os seus pontapés para as couves.

Mas pronto, missão cumprida, lá vi o jogo, e a conclusão que tirei foi que, a Entente Cordiale andou a gozar comigo, pois não acredito que só valham aquilo que mostraram na maioria do tempo. Para mim tem coisa…ai o caraças.

E foi com o sentimento, há muito esquecido, de que não há bicho papão capaz de me fazer perder o sono que assisti ao Benfica-Leixões. Logo à partida, casa cheia, ou seja o 1º passo para a vitória, como se viu nos momentos certos. Logo aí se vê o poder adormecido do gigante da Luz, facto que tenho gritado aos ventos mas que muita gente teimava em ignorar, desculpando-se com argumentos que dispenso de qualificar, e que agora vê o facto com maior naturalidade.

Devo dizer que sempre nutri uma certa simpatia pelo Leixões, clube da minha terra, em especial quando este conseguiu ganhar a taça de Portugal, em pleno estádio das Antas, contra o fcp. No sábado fiquei bem incomodado com o que vi. Que foi feito do belo futebol dos bebes? Credo, que vergonha. O Leixões é um excelente exemplo no atoleiro em que se encontra o futebol nacional. Que aconteceu à bela equipa do ano passado? Pois, não há dinheiro não há palhaços. Os melhores saíram e em seu lugar eis que chega um autocarro de fancaria, com cada jogador, Deus me livre, e então aquele emprestado pelo fcp…

O poder encarnado começa a fazer mossa. E cheira-me que muita boa gente, ciente da incapacidade de enfrentar a actual forma do império vermelho, engendrarão esquemas vergonhosos, de forma a parar de qualquer forma a equipa encarnada. O que se passou no sábado foi demasiado grave para passar impune. Queixa-se o Leixões que foi vítima do árbitro. Ele foi é vítima de si próprio. Mas se o jogo de sábado for precursor do futuro, então a questão é muito grave.

E como conseguiu o Benfica passar esta prova? Simples…além da vontade da equipa, a pressão dos seus adeptos. Com apenas menos cerca de 3.000 espectadores que no derby do dragun, a pressão da esmagadora maioria dos adeptos encarnados sobre o árbitro levou que este, pese os erros técnicos cometidos, que penalizaram o Benfica, agisse disciplinarmente de forma célere.

Num jogo em que o Benfica se apresentou pouco formoso mas seguro, a forma desabrida como os jogadores do leixões se apresentaram, levou que raramente os jogadores encarnados conseguissem por em campo o seu talento, pois as paragens constantes não permitiram que o jogo fluísse naturalmente. Muito preocupante, mas talvez as expulsões dos 2 leixonenses façam reflectir aos que poderiam pensar que com esses esquemas possam atingir os seus fins.

Agora temos um jogo complicado para a taça Europa mas eu reafirmo o que já tinha dito antes: se Jesus tem dúvidas que escolha a solução mais simples…poupe a equipa para que, segunda-feira em Paços de Ferreira ela esteja capaz de triunfar sem reservas, no que julgo ser um grande e complicadíssimo teste.

Não há que ter dúvidas: a Liga nacional é prioridade!

Bola7 falou…

25
Set
09

Benfica, Meu Eterno Amor | Destinatário: Earth

sem mais comentários…

fonte:Guilherme Cabral, serbenfiquista…

Bola7 chorou…




Bola7Inc

Setembro 2009
M T W T F S S
« Ago   Out »
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930  

Estatisticas

  • 940,021 Visitas
Free counters!

Sondagens

Top de classificação

Páginas

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 43 outros seguidores