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Out
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Paga Tuga… aperta o cinto… que nós cá vamos indo bem graças a ti!

Como nem só de futebol e de desporto se faz este site, resolvi colocar a crónica que se impõe neste momento, para reflectir-mos sobre o panorama politico nacional.

1º ponto – Queria que se inspirassem na Grécia, que vissem como se faz uma greve geral, na Grécia quando há greve geral nada funciona, nem transportes, nem lojas, …nada. Há exageros? há sim senhor, partem-se coisas que não se devia, há confrontos? há sim senhor, se for necessário ir parar uma noite à prisa não têm problemas nisso, isto meus senhores é uma greve geral e uma manifestação, e em dia de semana!

2º ponto – O exemplo que veio de países com mentalidades supostamente idênticas a Portugal, como Espanha e Itália, são países que à semelhança de Portugal têm gosto pela vida bela, onde se dá gosto pela confraternização e o trabalho não é tudo e sobretudo as pessoas não são apenas numeros, o exemplo foi “estamos descontentes e não temos medo de o demonstrar”, e cá? um punhado de uns quantos insatisfeitos.

3º ponto – se produzimos menos, porque pagamos mais? Admite-se o 1º ministro português receber mais que o 1º ministro espanhol? admite-se os deputados portugueses terem residência e motorista? vejam o exemplo dos suecos! há videos no youtube que relatam isso.

4º ponto – porque temos 230 deputados? o que fazem estes 230 além de viagens e ajudas de custo à nossa custa? 100 não chegavam bem?

vejam quanto ganham estes senhores:

As remunerações, para o ano de 2010 – vencimentos mensais e despesas de representação mensais, consagradas em Lei são as seguintes:  

 Cargo

 Vencimento* 

Vencimento**

 Desp. Repres.* 

 Total * a)

 Presidente da A. R.

6 104,26

5 799,05

2 370,07

8 474,34

 Vice-Presidente da A. R. 

3 815,17

3 624,41

925,81

4 740,98

 Membro do C. A.

3 815,17

3 624,41

925,81

4 740,98

 Presidente de Grupo Parlamentar  

3 815,17

3 624,41

740,65

4 555,82

 Secretário da Mesa da A. R.  

3 815,17

3 624,41

740,65

4 555,82

 Presidente de Comissão Parlamentar   

3 815,17

3 624,41

555,49

4 370,66

 Vice-Presidente Grupo Parlamentar  

3 815,17

3 624,41

555,49

4 370,66

 Vice-Secretário da Mesa da A. R.

3 815,17

3 624,41

555,49

 4 370,66

 Deputado

3 815,17

3 624,41

370,32

4 185,49

 * Tributáveis IRS

**  O vencimento mensal ilíquido dos titulares de cargos políticos foi reduzido a título excepcional em 5%, com efeitos a partir de 1 de Junho de 2010, de acordo com os art.ºs 11.º e 20.º, n.º 4 da Lei n.º 12-A/2010, de 30 de Junho.

A)  A remuneração total ilíquida mensal está sujeita à redução remuneratória nos termos do artigo 19.º da Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro (OE 2011).

Nos meses de Junho e de Novembro de cada ano os Deputados têm direito a um Vencimento Extraordinário (tributável de IRS) de montante correspondente ao vencimento mensal.

O vencimento do Presidente da Assembleia da República é 80% do vencimento do Presidente da República. Os vencimentos dos Vice-Presidentes da Assembleia da República, Secretários da Mesa, Vice-Secretários da Mesa, Presidentes de Grupo Parlamentar, Vice-Presidentes de Grupo Parlamentar, Presidentes de Comissão e Deputados estão fixados em 50% do vencimento do Presidente da República.

Informação tirada da página da Assembleia da República:

http://www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/EstatutoRemuneratorioDeputados.aspx

Agora façam contas..

 
Cargo
 Vencimento*  Vencimento**  Desp. Repres.*   Total * a)   14 meses
   Presidente da A. R. 6.104,26 5.799,05 2.370,07 8.474,34   118.640,76
   Vice-Presidente da A. R.  3.815,17 3.624,41 925,81 4.740,98   66.373,72
   Membro do C. A. 3.815,17 3.624,41 925,81 4.740,98   66.373,72
   Presidente de Grupo Parlamentar   3.815,17 3 624,41 740,65 4.555,82   63.781,48
   Secretário da Mesa da A. R.   3.815,17 3 624,41 740,65 4.555,82   63.781,48
   Presidente de Comissão Parlamentar    3.815,17 3 624,41 555,49 4.370,66   61.189,24
   Vice-Presidente Grupo Parlamentar   3.815,17 3.624,41 555,49 4.370,66   61.189,24
   Vice-Secretário da Mesa da A. R. 3.815,17 3.624,41 555,49 4.370,66   61.189,24
230  Deputado 3.815,17 3.624,41 370,32 4.185,49   13.477.277,80
       
              14.039.796,68

mais de 14milhões de euros ganha esta cambada de inúteis, em que o unico que fazem, quando fazem.., é o jogo tu queres isto eu sou contra, eu quero aquilo tu és contra…

Atenção falta aqui acrescentar os gestores de empresas públicas, Banco de Portugal, Caixa Geral de Depósitos e as reformas vitalicias por eles atrinuidos, as mesmas que o nosso parlamente aprovou uma lei especial para não serem afectadas pelas novas medidas de austeridade, lembro que a média dessas pensões sai ao contribuinte pela módica quantia de 2000 euros!, isto é média!!

Agora que vamos fazer? Cabe-nos a nós mudar isto!

Tabaka fumou!

 

 

Em aditamento a este post, esta msg encaminhada via e-mail

O que a Troika queria Aprovar e Não conseguiu!!!!!!
Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas.

Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias… para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes…

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder – há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS… pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e> entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a “obra” pelo preço que “entendem”.
25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente “legais”, sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar “outra crise”.

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.

*Ao “povo”, pede-se o reencaminhamento deste e-mail.

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15 Responses to “Paga Tuga… aperta o cinto… que nós cá vamos indo bem graças a ti!”


  1. 1 tabakaebola
    20/10/2011 às 11:26

    Olha o Tabaka…

    • 2 tabakaebola
      20/10/2011 às 11:32

      cá estou!!

      Podia dizer mais mas… enfim tu sabes porque não posso!

      Abraço

  2. 3 Anacleto
    20/10/2011 às 12:26

    Podia pelo menos apelidar toda essa gente (?) de cambada de “chupistas” – “ladrões” e “parasitas” Tugas.

  3. 4 ela
    20/10/2011 às 13:10

    Em aditamento a este post, esta msg encaminhada via e-mail

    O que a Troika queria Aprovar e Não conseguiu!!!!!!
    Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas.

    Nenhum governante fala em:

    1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

    2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

    3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.
    4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

    5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?

    6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

    7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

    8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

    9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

    10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias… para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes…

    11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

    12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

    13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

    14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

    15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder – há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
    PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS… pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

    16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

    17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e> entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

    18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

    19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

    20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

    21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

    22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

    23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.

    24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a “obra” pelo preço que “entendem”.
    25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente “legais”, sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

    26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar “outra crise”.

    27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

    28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

    29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

    30. Pôr os Bancos a pagar impostos.

    *Ao “povo”, pede-se o reencaminhamento deste e-mail.

  4. 5 Joao Cruz
    20/10/2011 às 15:04

    Quando deputados prestam homenagem na Assembleia da República ao peidoso estamos conversados…

  5. 6 Otto
    20/10/2011 às 15:32

    Só uma nota amigo, greve geral nunca aconteceu na Grécia como refere, passo a explicar-lhe, porque greve geral implica a mudança de regime e, até agora os gregos estão no mesmo regime, sendo que esta mudança não o é de um momento para o outro…basta ler um livro de Ciência Política e já verá!!!

    Do resto concordo, os portugueses são um povo mole, raramente se manifesta, raramente se junta para mudar as coisas, aqui ao lado em Espanha já são bem diferentes de nós, o povo português é o deixa andar que estamos melhor assim do que os gregos, neste caso…e se vir bem todas as revoluções que tivemos no século passado nem dignas são desse nome, não me insulte, sei bem o que significou o 25 de Abril, mas por vezes pergunto-me se não fosse mexer dos direitos dos militares até quando tinha durado a ditadura?? Quiçá ainda estaríamos nela!!! E por aí, mudou-se da monarquia para a república porque meia dúzia assim o quis…vejam, sempre fomos assim, e, ELES sabem-no, ELES adoram isso, e, se não sairmos à rua todos de nada valerá o esforço daqueles que lá estão, mas também é preciso ter cuidado porque são nestes climas de crise que nasceram os maiores e piores regimes da história no mundo!!

    • 7 tabakaebola
      20/10/2011 às 16:00

      Olhe amigo se não é uma greve Geral então é uma greve total

      Pois tenho noticias da Grécia diariamente e lhe asseguro que nada abriu à dois dias

      • 8 Otto
        20/10/2011 às 22:20

        Não percebeu…prontos, não faz mal…

        Mas eu não disse que era contra, gostava era que saíssemos todos à rua, e, não dois ou três, para depois ouvir aí nas tv’s e jornais «malta dos festivais de verão!!!»

  6. 20/10/2011 às 16:43

    Concordo na generalidade mas quer-me parecer que há um ponto onde se fala com aparente desconhecimento de causa e portanto de forma talvez abusiva.
    Muito ficou no entanto por dizer.

  7. 10 tabakaebola
    20/10/2011 às 16:55

    ainda ninguém se perguntou como no meio disto td o futebol português tem tanto dinheiro…

  8. 11 tabakaebola
    20/10/2011 às 16:56

    Isto de eu…Bola7 e o tabaka assinarmos com o mesmo nick tabakabola deve estar a fazer mt espécie a certa gente… 🙂

    • 20/10/2011 às 17:09

      A mim não me faz espécie nenhuma… este tasco está dividido em dois, o tabaka a parte boa e o bola a parte má…

      • 13 tabakaebola
        20/10/2011 às 17:21

        Já cagaste doc?

      • 20/10/2011 às 18:03

        Estou a guardar esse momento para depois do jantar. Estou a ponderar se cá hei-de vir anuncia-lo.

  9. 24/10/2011 às 00:26

    “Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821”

    Ainda mais? Está-se mesmo a ver que os sacrificados seriam as populações do interior, a quem já tiraram centros de saúde, tribunais, polícia, etc. É muito fácil falar-se para o papel e escrever-se o que se quer, como se estas medidas não fossem antes de mais gravosas para as pessoas.
    Quanto aos gregos, não os acho exemplo para ninguém, metera-se no buraco onde estão por culpa própria. Além do mais, se estão tão mal, como é que aguentam estar constantemente em greves sem pagar por isso?


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